Experimente entrevista: Eduardo Vincent

Porto Alegre, Brasil

Convidado para a festa de três anos da Project Rock, Eduardo Vincent dividirá o palco com os capixabas da Supercombo no próximo dia 10. Homem banda, o porto-alegrense vem desbravando a cena alternativa do estado ao longo dos últimos anos. Recentemente, lançou um EP chamado Alaska, que, divulgado na web, ajudou a aumentar ainda mais a sua popularidade.



Às vésperas de um dos shows mais aguardados de sua carreira, Eduardo conversou com a equipe do New Yeah e falou um pouco mais sobre a sua trajetória, contando histórias passadas e projetando feitos futuros.

New Yeah - Quando e como surgiu esse projeto de carreira solo?
Eduardo Vincent - O projeto surgiu em 2009, quando gravei uma música só para enviar aos amigos. Acabou que os amigos gostaram e enviaram para outros amigos. Aí um desconhecido "upou" ela no MySpace. Um tempo depois, esse desconhecido entrou em contato comigo avisando que a música tinha ficado em 8° lugar no ranking do site. Então ele me passou a senha e o usuário da conta e pediu para que eu desse continuidade, pois ele acreditava que as músicas tinham potencial. Em 2011, eu já estava tocando em três rádios, e já tinha ficado seis vezes em 1° lugar no ranking do MySpace.
"Em 2009, gravei uma música só para enviar aos amigos. Em 2011, eu já tinha ficado seis vezes em 1° lugar no ranking do MySpace."

NY - Deu pra ver que no novo EP tu caminhas entre o folk e o indie, mas também usa alguns elementos eletrônicos. Quais são, afinal, as tuas maiores influências? 
Eduardo - Eu escuto muita música diferente do meu "estilo". Elvis Colstello, I Blame Coco, Iron Maiden... minhas maiores influências são Lights, Tyler Carter e, no momento, tenho escutado muito Panic! At The Disco. O CD novo deles conta com uma influência anos 80 que me agrada muito.

NY - Algumas das faixas do Alaska são escritas em inglês. Como é pra ti compor em dois idiomas diferentes? É algo natural?
Eduardo - Eu tenho muita facilidade pra compor em inglês, pois assisto filme estrangeiro sem legenda e escuto muita música estrangeira. Outro fator é que o meu projeto solo teve essas músicas em outra língua para se diferenciar da minha ex-banda, a AME, e, de certa forma, mostrar que eu consigo ter capacidade de seguir outro caminho e fazer coisas novas como artista.


Eduardo Vincent: o EP Alaska traz canções em dois idiomas. Segundo o músico, algo natural para alguém acostumado com a cultura estrangeira.


NY - Tu já divulgaste que em novembro pode sair mais um EP. Quais são as novidades do novo trabalho?
Eduardo - Eu pretendo lançar dois singles, um deles com clipe.

NY - Voltando para o Alaska, como estão as expectativas para o lançamento do EP no show de pré-lançamento da Supercombo?
Eduardo - Eu fiquei muito feliz com o convite pra esse show. A Supercombo é uma das minhas bandas preferidas. Espero de coração poder fazer o show mais sincero possível.

A sinceridade, as influências e as músicas novas de Eduardo Vincent subirão ao palco do Black Bull Pub, em Porto Alegre, a partir das 17:00 deste dia 10 (domingo). Mais dados sobre o evento que marca os três anos da Project Rock podem ser conferidos no evento oficial da produtora no Facebook.

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